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O GCom agora roda em gcom.grupomub.com.br, e quem libera o acesso é o Console do MUB.
Monta a apresentação semanal no padrão Ampec, em tela cheia, com textos editáveis e exportação em PowerPoint.
Você marca na ficha o que precisa ser feito e o app cria a tarefa no Asana para a pessoa certa.
Uma nota pode ser conferida contra mais de uma ordem de compra, e o app sugere a OC com mais itens em comum.
Dá para ligar o produto ali mesmo, e o de-para passa a aprender com o Tiny.
Dá para vincular uma nota feita direto no Tiny ou encerrar a devolução sem nota.
Virou aba editável na Precificação e ganhou um botão próprio na Calculadora.
Tela nova com um semáforo por canal e a hora em que os dados foram atualizados.
A fila da Revisão tem busca por SKU ou produto, a Sazonalidade tem filtro de SKU e o Excel sai com o estado.
Aparece em Vendas afetadas e em Devoluções.
Quando a nota vem sem canal, o app usa o intermediador da NF.
Cupom e afiliados de 0% não aparecem mais.
A que foi excluída no Tiny sai do faturamento.
Compras avisa quando a leitura falha, em vez de mostrar número pela metade, e a Precificação sem alíquota cadastrada mostra "—" em vez de margem errada.
Na própria nota de entrada, o botão Devolver monta a devolução com o espelho fiscal proporcional à nota original. O app gera o documento para o fornecedor aceitar (PDF e texto do e-mail), cria o rascunho da nota no Tiny depois do aceite e acompanha o acerto: abater da duplicata ou novo boleto.
Mede quanto cada fornecedor leva de verdade, do pedido à chegada, usando as notas conferidas com a ordem de compra. Com um clique em Usar no cadastro, o prazo certo passa a valer na Necessidade de Compras.
Com dados do Nubimetrics: preços, vendedores, vendas, visitas e conversão de 30 dias de cada anúncio de um produto. Você informa custo, peso e origem, e o app dá o veredito — compensa, com ressalvas ou não compensa — pela margem no preço do meio.
As visitas de cada anúncio do Mercado Livre, com uma foto diária que guarda o histórico. Falha de leitura aparece como falha, nunca como "0 visitas".
O faturamento dia a dia, com o perfil por dia da semana e por período do mês, e o mês atual comparado com o mês escolhido e com o anterior. Filtrando por marca, aparecem os SKUs que explicam a variação, com os dias em que cada um esteve em ruptura. Também abre o faturamento por canal de venda e por estado, e dá para filtrar o período por um ou pelo outro.
Item que o fornecedor avisou estar em falta fica fora da compra até a data de volta, num card próprio em vez de aparecer como ruptura.
Endereço, horário e contato de cada local de entrega, escolhido por fornecedor. Saem na observação da OC e na planilha.
Cada marca abre o faturamento por canal de venda, com o peso de cada um. O Comparativo também passou a exportar para Excel.
Nova classe "Sem venda no período"; filtro por marca que recalcula a curva só com ela; exportação exatamente do que está na tela; e o SKU que virou kit mantém o histórico de quando era simples.
Pesquisa por nota, fornecedor, CNPJ, SKU ou produto, e a coluna Lançada (quando a nota entrou no Tiny).
Cada item com saldo ganha um motivo, que vai junto na planilha e no texto para o fornecedor.
"Tratado" virou três situações (Sim / Aguardando ML / Não), com campo de observação.
Passou a respeitar o horário de atendimento e avisa quando há poucas perguntas para a média valer.
Item que falhou na carga não aparece mais zerado: o app tenta de novo e, se não conseguir, mantém o número da foto anterior.
O botão Exportar falhava em silêncio ("não acontece nada"). Agora exporta, e se der erro, avisa.
Nota recusada, cancelada ou marcada "NF CANCELADA" no Tiny saiu da conta de compras.
Nota que ainda não tem os itens não pode mais ser conferida com a OC (antes dava tudo "faltou"), e a pesquisa com caractere especial parou de sumir com resultados.
Nova aba que puxa direto da API do Mercado Livre, nas três contas: reclamações, cancelamentos, envios atrasados e prazo de resposta das perguntas. Tem botão Configurar para você definir o limite interno de cada indicador (o % que a casa aceita), separado do que o Meli cobra.
Cada reclamação com o motivo e o setor responsável, com filtros e exportação em Excel.
Só os cancelados pelo vendedor — atraso de envio ficou de fora de propósito, é outra conversa.
Devolução em andamento com motivo, frete cobrado e marcação de Revertido, mais o card de Frete Revertido. Tem filtro por motivo e um resumo agrupado por motivo em etiquetas clicáveis. O frete aparece marcado como PREVISTO — é custo atribuído, não débito confirmado.
Importa a planilha do Meli e deixa marcar o que já foi tratado.
O menu de Metas ganhou as sub-abas Andamento e Análise. Na Análise você monta a meta do mês seguinte linha a linha, por marca: o app sugere a partir do histórico, você ajusta, salva como rascunho e, ao Aprovar, ele grava a meta oficial no Andamento e nas Marcas. Tem botão Salvar imagem, que gera um PNG das metas por linha para mandar para aprovação.
Compara a meta prevista com a ajustada e projeta o ano fechado, para você ver no que dá antes de aprovar o mês.
Os avisos da conferência agrupados por fornecedor, com marcação de "tratado" item a item.
Gera o XML com a conferência de código de barras para a bipagem no Eship, direto pela janela da nota.
Nota emitida por CNPJ do próprio grupo que o CFOP contou como compra agora é mostrada (a M4 vende para a Ampec SP, CFOP 2102) — e o Power BI declara essa compra em vez de ignorá-la.
Exportar o estoque por fornecedor ou o total.
Sem arredondar por caixa automática. Junto: cabeçalho fixo na tela de Revisão, trava de exportação quando o estoque não cobre o que foi pedido, e "Indicar Produtos ao Full" passou a mostrar o SKU e o custo.
Quando você salva uma separação com a mesma ASN ou no mesmo dia.
Na lista "Onde agir primeiro".
O detalhe de cada ordem de compra passou a ser guardado. A rajada estourava a cota do Tiny e chegou a travar a foto de estoque.
A guarda reprovava o grupo todo por causa do denominador pequeno de uma empresa.
O trânsito passou a registrar o motivo da falha, em vez de só falhar calado.
O item mantém o SKU que o app já conhecia — e essa herança não entra no de-para, para não ensinar o app errado.
A fila de itens parava achando que tinha terminado o serviço.
O app passou a ler "QTD a Solicitar".
Nova aba que põe lado a lado o que você comprou e o que vendeu, mês a mês, por marca e por fornecedor. Tem gaveta de marcas e botão Configurar para juntar fornecedores que são a mesma empresa com CNPJ diferente. Mês que teve venda e nenhuma nota de entrada aparece como "desconhecido", não como 0%.
Na importação do XML, o produto é identificado pelo código de barras e pelo de-para que o app aprende de cada fornecedor — sem consultar o Tiny e sem adivinhar por descrição. Cada item mostra um selo dizendo de onde veio o SKU, dá para escolher o produto na mão quando não houver, e existe um botão Reparar SKU que arruma as notas já importadas.
Fornecedor de embalagem e material de consumo fica numa faixa própria e sai da conta de compra de mercadoria. A marcação é por fornecedor, numa janela dentro da própria tela, e os cartões já descontam o insumo.
Nova aba Relatórios com os anúncios que estão em campanha e o preço promocional de cada um.
Aba com a tabela de frete da Amazon (que cobra de três jeitos diferentes) e a escolha DBA × FBA na Calculadora, com comissão padrão de 12%.
Diário e mensal, a partir do Banco de Dados do SAC — com média de 30 dias, variação e o total de ontem no card de Atendimentos.
Você sobe o TXT da etiqueta e sai um PDF 10×15 pronto para a impressora térmica.
Modo novo que completa o envio pela venda; a transferência passou a suprir saldo negativo e a divisão 70/30 virou opcional.
Tudo numa tabela só, organizada do jeito que a Emily usa no dia a dia.
Kit atualiza na hora, grupos de colunas se recolhem pela setinha na própria tabela, e o cabeçalho ganhou o selo "Em dia com o Tiny".
R$ Margem e % Margem coloridos conforme a situação; e o recálculo do Pix editado passou a ser feito no servidor, então agora funciona para quem não é admin (antes dava número errado só para o atendente).
Os campos de data colocam a barra sozinhos enquanto você digita.
A soma de 12 meses passou a sair pronta do banco: levava 96 segundos e estourava o limite de 60.
A proteção que deveria pegar isso comparava o dado novo com ele mesmo e aprovava com "100% de cobertura". Como SKU sem linha vale estoque zero, virava ruptura falsa na lista de compra.
A rotina morria no limite de 60 segundos sem gravar nada; leitura parcial de ordem de compra não conta mais como sucesso; e uma recusa isolada do Tiny não reprova mais a empresa inteira nem trava a foto.
Reimportar o XML dava "verde falso" e travava o robô; o robô parou de reescrever itens de nota que já têm XML; e o filtro de código de barras passou a pegar todas as grafias.
A prévia da junção dobrava as compras; a tela não se reordena sozinha, não quebra quando o servidor demora e o relógio não congela; e voltou o aviso de dinheiro que a limpeza da tela tinha levado junto.
A tela parou de mentir sobre o que tirou do escopo, e o erro do PDF de aprovação não aparece mais cru na tela.
As notas de compra passam a entrar sozinhas do Tiny, já classificadas (compra, devolução, transferência…), organizadas em 5 abas. Dá para classificar em massa, subir o XML à mão quando o Tiny não tem o arquivo (ele casa pela chave de acesso) e, clicando na linha, ver os itens da nota com o código do fornecedor. Tem selo de última atualização e filtro "só as sem XML".
O app procura as ordens de compra candidatas daquela nota, você confirma o vínculo e vê o saldo item a item — o que veio, o que faltou e o que veio a mais. Sai em planilha e em texto, pronto para mandar ao fornecedor. Quando o item não tem código, a tela avisa em vez de fingir que conferiu.
Três fotos fechadas por dia, com carimbo na tela dizendo de qual foto é o número que você está vendo. E um vigia do silêncio: se a foto não fechar, aparece uma faixa avisando — em vez de mostrar dado velho caladinho.
Faixa de aviso quando a ordem de compra e a demanda não batem, com auditoria por trás. Dá para fechar o aviso no X, e o saldo negativo aparece recolhido.
Painel que põe os três horizontes lado a lado com a meta da campanha, para decidir o tamanho do pedido.
Pedido consolidado do fornecedor inteiro, ou só de uma ou duas marcas.
Mostra de quais kits aquela peça faz parte, direto na lista de compra.
Sobe a planilha com o desconto e o app diz, item por item, se a margem mínima aguenta. Ganhou filtros por situação (cabe / não cabe / aumento) e a base agora guarda preço cheio e preço atual do anúncio.
Os dois valores aparecem separados, a tela avisa quando o canal está errado e mostra a promoção aplicada.
A ordem de compra criada no Tiny e os arquivos do EDI ZEN (Excel e CSV) saem com os SKUs na mesma sequência — dá para conferir lado a lado sem caçar linha.
Sinalização global e um nível NEGATIVO que pinta a linha de vermelho.
Busca por SKU e ordenação; e Afiliados, Cupom e Preço viraram campo de número (antes aceitavam qualquer coisa).
Antes só dava para apagar e cadastrar de novo.
A leitura em páginas sem ordenação sobrepunha páginas: produto sumia da lista e outro aparecia dobrado, gerando ruptura fantasma nas Compras. Corrigido e com trava de teste para não voltar.
A troca da foto de estoque zerava o trânsito de empresa que ainda não tinha sido lida.
E por isso mandava comprar item que já estava cheio.
As edições feitas direto na linha não gravavam; e o botão + ficou sempre ativo, adicionando a linha com o que estiver preenchido.
O template tinha uma coluna fantasma e subia sem preço; planilha repetida virava dois preços na Shopee; e o "% fixo" mentia sobre o alcance.
A M4 SC travava no fim do catálogo; a cota do Tiny derrubava o trânsito; e o export da Separação distribui corretamente o SKU que está em vários anúncios.
A coluna Comissão em Vendas passa a mostrar o valor que o Meli realmente cobrou em cada pedido e em cada item, no lugar da estimativa por percentual.
O custo médio cadastrado no Tiny passa a alimentar a coluna Custo e o %CMV. Kit tem o custo calculado pela soma das peças. E quando o mesmo produto tem código diferente, dá para vincular o SKU direto da lista de "sem custo", já enxergando o custo que vai valer.
Coluna Custo no Detalhamento por Marca e um selo "Custo cadastrado" que diz quantos SKUs ainda estão sem custo — com a lista de quais são.
Duas colunas novas (que você pode recolher) e a opção de editar cada uma como exceção daquele SKU.
A carga de estoque saiu do GitHub e passou a ser disparada pelo próprio banco (Supabase); o GitHub virou reserva manual. Junto veio o selo "estoque do dia", igual nas três telas — Estoque, Transferência e Compras — dizendo de quando é o número que você está vendo.
Cadastro e conexão do app de consignação direto pela tela de Integrações; o de-para por Item ID não se perde mais; novo agendamento na Separação a partir do PDF de aprovação; e dá para adicionar SKU na mão na conferência da aprovação.
Lê a planilha nova (a do "Recebes"), calcula pelo valor que você recebe de fato e tem regra de margem mínima — por SKU, por marca ou padrão — que aprova sozinha o que passa da régua.
Desconto, frete, ST, IPI, ICMS e UF do cliente agora vêm da nota fiscal e ficam salvos.
Antes a primeira tela depois do login era o Dashboard.
Trocar a data não zera mais a tela, os dados vêm em paralelo e a navegação ficou com memória.
O rodapé mostra os totais do período inteiro (não só da página aberta), semáforo na % Margem bruta (verde a partir de 50%), as colunas que você escolhe ficam lembradas, e a aba já abre no mês vigente até o último dia útil anterior.
Era calculada só sobre a mercadoria e passou a ser sobre o total da venda. O número na tela muda: o de antes estava otimista.
O Mercado Livre não cai mais por um soluço de conexão, e o robô passou a renovar a Shopee sozinho.
SC parava no meio da carga; SP ganhou uma segunda janela no dia; e o "atualizar ao vivo" da Transferência não mostra mais número velho sem avisar.
Pedido que a varredura por janela nunca alcançava, e ordem de compra com item sem produto vinculado que desaparecia calada do Acompanhamento.
A Separação voltou a exportar; a planilha no formato novo (sem SKU e sem Estoque) é aceita; e preço 0 vira "sem preço" em vez de "dados incompletos".
Vendas > Pedidos agora mostra Total Custo, Margem bruta e % Margem bruta em cada linha e no total. Quando algum SKU está sem custo cadastrado, o placar avisa quantos são e abre a lista com o produto e a empresa de cada um — assim dá para corrigir no Tiny e refazer a conta.
Cada item da ficha grava na hora que você marca, com o horário da marcação. A fila de revisão abre em lista, mostrando o progresso de cada ficha (quanto já foi feito e o que falta).
No modo Avançado dá para comprar só uma curva por vez (só A, só B…), em vez de olhar a lista inteira.
Além do filtro, um card mostra as 10 marcas com mais produtos parados — o dinheiro parado por marca aparece de cara.
A simulação de margem passa a descontar promoção e cupom, chegando na margem que sobra de verdade.
Esta tela: as últimas entregas aparecem no login e no sininho do menu, com selo de "novo" até você abrir.
O depósito de uma empresa entrava no total da outra; agora cada filial conta só o seu.
A tela mostrava erro e parava. As somas de venda agora rodam juntas e, se algo falhar, o erro é honesto em vez de aparecer número pela metade.
Relatório sem a coluna de status enviava quantidade 0; e o molde de-para não mapeava SKU que está em mais de um anúncio.
Listas grandes paravam em 1.000 linhas e agora leem tudo; total com parcela faltando mostra "—" em vez de contar zero; e o placar conta a venda sem item detalhado igual ao filtro da tela.
Código de barras repetido não derruba mais a sincronização.
A venda de kit passou a ser distribuída entre as peças que o compõem (rateada pelo custo de cada peça). Os kits somem da lista e cada peça leva o crédito da venda que fez dentro do kit — e o total continua batendo com o Dashboard.